terça-feira, 3 de novembro de 2009

Perdeu o Rolex ? ...Vá reclamar na mídia !



Tudo começou num cruzamento do Itaim-Fonfom, na capital paulista. Os dois sócios do ramo de comércio de produtos ilegais trafegavam felizes e quase tranqüilos quando foram instigados pelo brilho no pulso de um passageiro de um veículo topo de linha. Como bons businessmen, avaliaram na hora o produto e agarraram a mão do sujeito e a oportunidade do negócio. Encostaram a moto assim que o carro do cliente parou no semáforo:

- Por gentileza – chamaram o dono do relógio – o senhor não estaria interessado em trocar esse seu magnífico e caro relógio de pulso pela sua vida?

- Como não, meus senhores. Ei-lô aqui – respondeu o rapaz, quase satisfeito por trocar um Rolex de dez mil reais pelo direito de continuar vivendo e apresentando programas aos sábados à tarde.

Essa seria mais uma dentre milhares de transações criminosas na maior cidade do Brasil, não fosse o fato de o dono do humilde relógio ser um apresentador de TV famoso casado com uma também famosa apresentadora e pai de quase dois famosinhos ainda não-apresentadores.

 O caso foi parar nos jornais porque o apresentador disse que o relógio fora presente da apresentadora, a quem ele chamava de “meu bem” (a apresentadora, não o relógio, apesar de este ser inegavelmente um bem).

O bem subtraído (e não aquele com que se casou) virou moeda forte no mercado clandestino do pó, ajudando a movimentar o maior PIB municipal do Brasil. O apresentador voltou ao camarim onde recebeu cartas solidárias de todo o país e a promessa de que ganharia outro relógio idêntico, pois não seria por meros dez mil que ele deixaria de ver as horas. Mas àquela altura o angu já estava quente, a comoção popular foi às ruas exigir uma resposta das autoridades.

Vários outros proprietários de Rolex roubados se juntaram para fundar uma associação. A eles se uniram o Clube dos Abonados com Cartiers Furtados e a Fundação das Vítimas de Montblancs Desaparecidas. Não demorou muito para o movimento agregar os Ex-proprietários de Calotas de Jaguars Roubadas e os integrantes da DNDD (Donos de Nikes Deixados Descalços).

A alta sociedade logo percebeu que se não fizesse algo, ela continuaria sendo assaltada tal qual a patuléia. Uma inaceitável falta de respeito com aqueles que consomem todo o caviar Beluga e todas as garrafas de Chateau Le Pin importados pelo país.




Pressionado, o governo decidiu agir. Assim nasceu a primeira Delegacia Especializada em Operações contra Roubo de Abonados (DEORABO).

Ao contrário das demais delegacias que não têm dinheiro nem para o cafezinho, na DEORABO a vítima presta depoimento tomando um pró-seco italiano e petiscando um legítimo foigrois francês. Na DEORABO os milionários são atendidos por outros endinheirados, os únicos que sabem o que é perder um Rolex de dez mil reais, uma caneta Montblanc de 50 mil dólares ou um par de chinelos de 80 mil.

Perdeu sua LandRover de 400 mil e não quer prestar queixa entre os que perderam um fusquinha? DEORABO. Ficou sem a tela de plasma de 55 polegadas do iate? DEORABO. Um catamarã fechou o seu jetsky em Angra? DEORABO. Graças a essa maravilhosa iniciativa, o cidadão comum brasileiro e assaltado pelo bandido e pelo governo pode aconselhar o milionário que choraminga na mídia a perda do Rolex querido: “DEORABO”!



ADMITE....


Lamento admitir, mas o Nelson Rodrigues tem razão, o amor não morre. Nunca. Por mais que o enterremos, o afoguemos, tentemos esfaqueá-lo, esquartejá-lo ou incinerá-lo, ao contrário do frágil ódio, o amor perdura. O amor que foi continua sendo. Mesmo se a decepção, a traição, o rancor, o ciúme, o egoísmo ou a morte tenham destruído um relacionamento, o amor que um dia aconteceu é para sempre.

Podes sentir ciúme dos “ex”s de tua amada. Aqueles que passaram pela vida dela carregam um todo dessa mulher que tu nunca vais ter. Do mesmo modo, as ex-namoradas de teu marido das quais “roubaste” o cargo de esposa, roubaram de ti românticos capítulos da juventude desse homem que jamais terás. Mesmo que hoje ele as odeie, as despreze e nunca mais as veja, um todo de cada uma delas está presente nele. Para sempre.


Quem pode roubar de nós o primeiro beijo roubado? O primeiro é o primeiro. Se tu não foste o autor do primeiro, tu serás, no máximo, o primeiro de língua, o primeiro na padaria, o primeiro com aparelho nos dentes... O primeiro mesmo, meu caro, já foi e dela ninguém tira. Admite.

Admite o quão verdadeiros foram as confissões babacas ao pé-do-ouvido, as primeiras flores recebidas, as fugas e desculpas para ver o “grande amor da minha vida”, o beijo flagrado naquela tarde embaixo da mangueira e que só foi o que foi porque teve um beijo, um abelhudo e uma mangueira que jamais voltarão. Não precisam. São eternos. Ainda que o amado tenha sumido, o abelhudo, morrido e a mangueira, sido cortada.

Admite que teu amado de hoje foi aprimorado pelas outras mulheres que ele amou. Que as flores que recebes hoje são filhas do primeiro buquê que ele comprou cujo perfume ainda está nele. Admite que a paciência dele com tua TPM foi conquistada por outra menina que não contou com a mesma complacência. Que as delicadezas que ele hoje tem contigo não vieram das conversas com os amigos, mas de aulas práticas ministradas por almas do sexo feminino.

Admite que tua mulher não virou mulher em teus braços e que nem por isso é menos encantadora do que aquela primeira que te fez homem. Aceite o fato de que o olhar carinhoso que hoje te derrete foi ensaiado em outros rapazes e que os beijos que agora recebes são jóias lapidadas por outras bocas. Graças a elas, não recebeste um diamante bruto.

Admite que teu amado não é teu. Há nele algo tão “ele” que jamais terás, feito de partes que outras tiveram, feito de um todo que também levarás.

Admite que tua amada não é tua. Há nela um Bruno, um Paulo, um Luís tão dela quanto ela mesma. Amores verdadeiramente amados que nunca morrerão e que a fazem ser quem é, que fazem todos ser quem são.

Admitir isso é o começo do amor.



segunda-feira, 2 de novembro de 2009

No call center do Vaticano


Obrigado por ligar para a Central de Atendimento da Igreja Católica Apostólica Eletrônica. Escolha um dos nossos sacramentos on line:

Para batizado tecle três.

Para fazer a primeira comunhão tecle quatro.

Para ser crismado tecle cinco.

Casamento tecle seis.

Confissão tecle oito.

Unção dos enfermos tecle sete.

Para denúncias de pedofilia e abusos de coroinhas, vá reclamar ao bispo. Se o pedófilo for o bispo, relaxe e reze.

Se você ainda não é nosso fiel, tecle três e forneça o CPF dos padrinhos para ser batizado.

— "Plóin" (a fiel teclou oito).

— Estamos transferindo a ligação para um de nossos ministros-confessores. Por favor, aguarde (fundo musical de Festa no Apê do Senhor com Marcelo Rossi e Latino).

Dezoito segundos depois, um sotaque enrolado e horroroso aparece na linha:

— Confessionário eletrônico, Mohander Salah, bom-dia, em que posso absolvê-lo?

— Bom dia. Meu nome é Sara. Eu gostaria de confessar um pecado mortal.

— Acompanha três pecados veniais, senhora? Na promoção do dia acrescenta apenas dez centavos ao seu dízimo.

— Não, obrigada. Vou confessar só o mortal mesmo.

— Por favor, tecle o número do seu batistério.

Plim, plen, plóin, pleng, plung...

A voz eletrônica volta: "Recebendo os pecados de Sara Jeniffer Santos, coloque a mão sobre a sua iBible e fale seus pecados por ordem de gravidade".

— Eu traí o meu marido.

Mohander corre de volta à linha:

— Chifrou o marido, minha senhora? Ih! Esse pecado é muito pesado, a senhora tem conexão banda larga?

— Você não pode pôr um padre na linha e a gente já resolve isso?

— Não, senhora. O serviço de call center é terceirizado. Estamos atendendo na Índia, aqui somos todos hindus.

— Eu já estou perdendo a paciência!
— Devo lembrá-la que se a senhora me ofender ou xingar algum parente meu em primeiro grau, o seu pacote de pecados estará excedendo o limite on line e a senhora terá que levar suas iniqüidades pessoalmente ao confessionário.

— Eu vou ter que ir à igreja para me confessar?!!

— Sim, senhora. O posto de atendimento mais próximo da senhora é o confession-drive-thru da Paróquia de Saint Steve Jobs ou também poderá utilizar um dos terminais na Matriz de Nossa Senhora dos Bits.

— Assim eu não agüento, vou mudar de religião.

— Só um minuto que eu vou estar transferindo a sua ligação para o setor de excomunhão. A Santa Sé agradece a sua devoção!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A abortadora



Estava lá Jesus dando um curso motivacional gratuito para uma população de baixa renda quando os mestres da Lei e os bispos da CNBB trouxeram uma mulher surpreendida no meio de um aborto. Colocando-a no meio deles, disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher foi flagrada no meio de um aborto. O artigo 1398 do código de direito canônico manda excomungar automaticamente tais mulheres. Que dizes tu?”

Perguntavam isso para experimentar Jesus e para poder dar um amparo oficial às franquias com a logomarca dele que haviam aberto ao redor do mundo a fim de excomungar mais facilmente os pecadores. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão.

Porém, como na comitiva eclesial só tinha mala-sem-alça, eles insistiram na pergunta. Jesus então ergueu-se e disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a excomungá-la”. E tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão.

E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos. No entanto, o último bispo que restou, um baixinho, entregou uma cartinha à mulher antes de sair. Por fim, Jesus ficou sozinho, com a mulher no meio do povo.

Então Jesus se levantou e disse: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?”

Ela respondeu: “Só a Igreja Católica, Senhor”. Então Jesus lhe disse: “Eu não te condeno. Podes ir, não peques mais e arranje uma religião mais adequada!" Aquelas palavras calaram tão fundo em seu coração que a mulher se sentiu tocada a se converter ao cristianismo.

Nesse momento, o bispo nanico que havia entregado a carta à mulher voltou com outro papel na mão e estendeu-o à abortadora: “Podes, por favor, entregar esta aqui ao teu médico?”, disse-lhe o mini-reverendo.

Jesus então abaixou-se novamente e, desta vez, em vez de escrever, pegou uma pedra, levantou-se e mirou na testa do bispo, o qual, àquela hora, já havia levantado a batina para correr mais rápido.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Manual de Preservação da Espécie...Mulheres

  • O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana. Por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'. Tomem aqui os meus conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:





Habitat

Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher. O que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação Correta

Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.

Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar.

Flores também fazem parte de seu cardápio. Mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial. Música ambiente e um espumante num quarto de hotel são muito bem digeridos e ainda incentivam o acasalamento o que, além de preservar a espécie, facilitam a sua procriação.

Respeite a natureza


Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação.... Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

Não tolha a sua vaidade. É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Só não incentive muito estes últimos pontos ou você criará um monstro consumista.



Cérebro feminino não é um mito

Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, agüente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração.

Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não confunda as subespécies

Mãe é a mulher que amamentou você e o ajudou a se transformar em adulto. Amante é a mulher que o transforma diariamente em homem. Cada uma tem o seu período de atuação e determinado grau de influência ao longo de sua vida.

Trocar uma pela outra não só vai prejudicar você como destruirá o que há de melhor em ambas. Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar você vai pegar um bronzeado. Porém,se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite


Mulheres também têm luz própria e não dependem dos homens para brilhar.

O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

Participe preservando a sua!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

As pessoas mudam... de sexo


Poucos vão se lembrar, mas no tempo dos nossos avós (acho que bisavós), as pessoas nasciam com o sexo definido. Eram chamados de “meninos” os que vinham com bibius e de “meninas” as criaturas que saíam do forno com a pélvis rachadinha.
Tempos tranqüilos aqueles em que o só havia o branco e o preto, o côncavo e o convexo, o masculino e o feminino. Hoje, as matizes do arco-íris vão do rosa-fúccia ao azul-esmeraldado e com uma ajudinha da ciência e das bebidas light e diet o número de sexos multiplicou-se assustadoramente.

Você já tentou explicar para uma criança a diferença entre um gay, um travesti, um transexual e um metrossexual? Cuidado: se você falar que o metrossexual é um homem, poderá atingir de frente o conceito que seus avós tinham desse sexo.

A forma não tem mais nada a ver com o conteúdo e mudar de um sexo para outro passou a ser um esporte popular em todo o mundo.

"Nasci mulher, mas no corpo de um homem. Operei! Hoje sou uma mulher no corpo vaginado de um ex-homem.” Em formulários serão comuns os campos: “Sexo: ‘masculino’. Desde quando? "Uns oito meses, comecei a sair com a Marli e acabei gostando da coisa..."

Para os nascidos homens (conceito clássico) é interessante a mudança para o sexo feminino em vários aspectos. A licença maternidade é bem maior que a da paternidade, a aposentadoria pode ser feita mais cedo e as partes anatômicas extirpadas podem contribuir para a redução da fome mundial.

Já para os indivíduos tradicionalmente catalogados como mulheres, a mudança para ala dos machões também pode ser bem vantajosa. Nas sociedades machistas pós-modernas, é bem capaz que um neo-homem receba aumento de salário somente por ter avolumado a sua região pélvica. Além disso, a fabricação de milhões de próteses biláuvicas vai alavancar a indústria da reciclagem de lixo. Imagine a admiração da(o) parceira(o) ao usufruir do longue-dongue reciclado:

“Querido, essa garrafa PET jamais proporcionaria tanto prazer se fosse prum aterro sanitário!”

Para os vestibulandos é um drama a mais. Além de terem de optar por uma profissão antes dos vinte anos, eles têm também de escolher o sexo em que irão atuar até terem grana para a próxima cirurgia. “Dúvida cruel: não sei se quero ser um advogado ou uma arquiteta!” Nos adolescentes, a mudança repentina de sexo está provocando conflitos familiares como faziam as tatuagens nos tempos da vovó. “Qualé, pai? Você sempre me deixou ficar até altas horas na balada!”, grita a garota, “Isso era no tempo em que você era menino, minha filha!”

Em nossos tempos modernos poucas coisas nos assustarão no campo da sexualidade. O pansexual conquistará em breve o direito de se casar com uma samambaia, o zoófilo terá autorização do IBAMA e conivência do Greenpeace para montar seu harém de seriemas, catetos e marrecas e o cidadão comum vai poder deixar em branco o campo ‘sexo’ de sua carteira de identidade e optar pelo que lhe for mais conveniente (ou prazeroso) a cada momento.

Mas ainda haverá aquele terrível momento em que o filho entra na sala para fazer a mais bizarra das revelações: “Papai! Mamãe! Eu sou heterossexual!”

“Onde foi que erramos, meu Deus?!?!?”

domingo, 25 de outubro de 2009

O mundo sem a Lua



Foi numa semana de Lua nova que a professora olhou para a classe e pediu uma redação sobre como seria o mundo se a Lua não existisse. Os trabalhos ficaram muito bons, mas o do Lindonaldo, de 11 anos, superou qualquer expectativa:

Sem a Lua não haveria mais lobisomens. Os vampiros iriam dominar sozinhos as florestas e as histórias de terror. A quantidade de gente mordida por esses monstros aumentaria muito e espalharia a AIDS até para quem transa de camisinha. O Ministério da Saúde iria fazer uma campanha de vacinação contra hepatite do tipo vampiresca e o dos Transportes espalharia cartazes para os vampiros: “Se for dirigir, não morda os bêbados”.

O homem não precisaria mais pisar em lua nenhuma, por isso, podia parar de apostar corridas espaciais e Houston não teria mais problema nenhum.

São Jorge ficaria sem casa e o seu dragão teria que ir para um parque de diversões nos Estados Unidos. O santo poderia fazer apresentações no parque do Beto Carreiro ou pedir emprego para o papa para ser garoto propaganda da Igreja.

E o melhor de tudo: sem a Lua ninguém mais teria que fazer redações sobre ela.